AKM 47

Nº2 – Uma espingarda de assalto para Portugal

Uma espingarda de assalto para Portugal

Revista Warrior(s) – Nº 2 – Uma espingarda de assalto para Portugal

Na segunda Edição da nossa revista, iremos abordar a busca da espingarda de assalto perfeita e adequada para as Forças Armadas Portuguesas.

Embora pela lei Portuguesa o termo espingarda seja atribuído às armas de cano liso, e o de carabina às armas de cano estriado, para o efeito deste artigo, e uma vez que estamos a falar de armas militares, onde o termo usado por todos nós, e também usado no estrangeiro é espingarda de assalto (assault rifle), vamos assim usa-lo para nomear a arma de assalto que um soldado usa nas suas funções comuns.

Em Portugal o conceito de arma de assalto/espingarda de assalto, nas forças armadas não está ainda bem definido, sobretudo porque a maior parte da Infantaria Portuguesa continua ainda a usar a espingarda automática G3 nessas funções, o que não é claramente adequado.

Nesta revista falamos do que é, e deve ser uma verdadeira espingarda de assalto, falamos das armas de assalto usadas em Portugal pelos Paraquedistas, Comandos, Destacamento de Ações Especiais-DAE e Forças de Operações Especiais-FOE/Rangers (Galil, Sig 543, Colt M16 e H&K G36),  falamos mais detalhadamente do modelo mais badalado para substituição da G3, a HK G36, apontando assim as suas vantagens e expondo os seus defeitos, e por fim damos alguns conselhos e sugestões quanto a futuras aquisições de espingardas de assalto.

AR15

Nº1 – Silenciadores e o campo de batalha moderno

Silenciadores e o campo de batalha moderno

Revista Warrior(s) – Nº1 – Silenciadores e o campo de batalha moderno

Em Portugal, o conceito de Silenciador, atualmente e internacionalmente mais conhecido como supressor de som (sound supressor), surge na presente lei das armas, definido como o acessório que se aplica sobre a boca do cano de uma arma, destinado a eliminar ou reduzir o ruído resultante do disparo. E embora tecnicamente só reduza o som, para os efeitos práticos deste artigo, designamo-lo por silenciador.

Este equipamento é algo que em Portugal ainda tem uma escassa divulgação, porém, no estrangeiro já provou ser indispensável para qualquer Força de Operações Especiais e até para alguns elementos de unidade convencionais (como equipas de sniper).

Na primeira edição da nossa revista iremos abordar toda a informação relacionada com Silenciadores, nomeadamente, o seu funcionamento, os benefícios que as Forças Especiais Portuguesas ( Destacamento de Ações Especiais-DAE, Forças de Operações Especiais-FOE/Rangers, etc. ) teriam com o seu uso mais generalizado, bem como, a sua história e a incorporação no campo de batalha moderno.