Leopard do Grupo de Carros de Combate da Brigada Mecanizada

Nº9 – Junho de 2015

Exercício Orion 2015

Revista Warrior(s) – nº9 – Orion2015

Ainda o sol não nasceu e já se sente o ribombar dos motores dos Blindados Portugueses. Um subagrupamento mecanizado, Carros de Combate (CC) Leopard 2 A6, escoltados pelas viaturas blindadas M113 da Infantaria Mecanizada, avançam a todo o gás sobre duro terreno…

Este é o ínicio da 9ª edição da nossa revista, faça o download, e saiba tudo sobre o que aconteceu no Exercício Orion 2015.

Espingarda de assalto HK416A5 do Grupo de Ações Táticas (GAT) da Polícia Maritima em missão de contra-terrorismo naval.

Nº8 – Abril de 2015

Regras de segurança Universais com armas de fogo

Revista Warrior(s) – nº8 – Regras de segurança

Existem muitas regras que são impostas aos portadores de armas de fogo, sejam eles Militares, Forças de Segurança ou até Civis, no entanto, muitas destas regras são específicas de locais, de instituições ou por vezes de uma pessoa responsável que as impõe sobre os seus subalternos. Infelizmente muitas destas regras são inúteis e por vezes até se tornam perigosas. Assim, a 8ª edição da nossa revista, fala-nos sobre as 4 regras de segurança universais com armas de fogo. Estas foram adoptadas por todo o mundo, e seja qual for a situação, se forem cumpridas não existe qualquer perigo no porte e manuseio de armas de fogo ligeiras.

Elemento de uma empresa militar privada treina com a sua pistola Smith & Wesson M&P45. A S&W é conhecida por fazer excelentes armas, e a linha M&P parece ser das poucas armas que consegue dar luta à reputadíssima Glock. O calibre .45ACP continua a ser um dos dois calibres favoritos dos operacionais Norte Americanos e o modelo M&P45 vem colmatar grandes lacunas.

Nº7 – Janeiro de 2015

Pistolas de Combate

Revista Warrior(s) – nº7 – Pistola de Combate

Começamos o ano com um dos temas favoritos da nossa revista, Pistolas de Combate. A pistola é aquela companheira de todos os dias, seja à civil seja fardado, e é uma arma de extrema importância em qualquer cenário de conflito armado. Por vezes é a única ferramenta que temos disponível e por isso devemos conhecer as suas capacidades, mas principalmente as suas grandes limitações. Neste artigo falamos do que devemos encontrar numa pistola de combate e de como devemos escolher adequadamente uma para as diferentes missões. Temos também algumas fotografias únicas com pistolas GLock, HK USP, Sig Sauer P226, Smith & Wesson M&P, entre outras.

Fuzileiros Portugueses controlam o perímetro e assistem soldado ferido até à chegada de uma Ambulância.

Nº6 – Setembro de 2014

Kits de Socorrismo em Combate

Revista Warrior(s) – nº 6 – Kit Socorrismo de Combate

Desta feita vamos abordar um dos temas mais esquecidos de todo o treino tático. É aquele tema que todos nós preferimos esquecer pois ninguém quer pensar que vamos ter baixas. Infelizmente elas existem e convém estarmos preparados.

Desde forças de Segurança, forças militares convencionais até às Forças Especiais, todos devem ter no seu inventário Kits de Primeiros socorros em combate.

Nesta edição vamos dar a conhecer alguns conceitos de socorrismo de combate. Vamos falar da evolução até chegarmos ao conceito actual de TCCC – Tactical Combat Casualty Care. Vamos fazer a distinção entre um Kit de primeiros socorros e um kit de socorro em combate. E por fim tiramos algumas conclusões básicas, mas muito importantes para qualquer unidade, ou índividuo, que queira estar pronta para qualquer eventualidade.

Snipers armados com Kalashnikovs AK47

Nº5 – Julho de 2014

Curso de Atiradores de Elite – Sniper

Revista Warrior(s) – nº5 – Curso Atiradores de Elite » Sniper

A revista The Way of The warrior(s) foi convidada por um dos seus principais patrocinadores para se deslocar ao Estados Unidos da América, de modo a acompanhar e fazer a reportagem sobre a formação privada de alguns elementos de forças de segurança Portuguesa.

Nesta 5ª edição, vamos falar sobre o curso de Sniper que a empresa Tactical Response ministra.

Podemos dizer que um Sniper é o operacional que é perito no tiro de precisão, tanto a curta distâncias, como, e especialmente, a longas distâncias. Este usa essencialmente uma arma de precisão que está equipada com uma mira telescópica que lhe permite visualizar e identificar alvos a longas distâncias. No entanto, este especialista usa por vezes, aquilo que tem à mão, aplicando os princípios fundamentais do tiro para conseguir efetuar disparos com grande grau de precisão, e até nas condições mais inimagináveis, e da pior forma.

Poder-se-á dizer que um Sniper é o conjunto de um atirador de precisão; caçador; fotografo; informático; perito em comunicações; navegação; identificação de equipamento inimigo; explosivos; sobrevivência; fuga e evasão; entre muitas outras valências que um verdadeiro Sniper deve ter. Este especialista além de poder ser usado como os olhos e os ouvidos do seu Comandante, é também uma arma terrível para a moral do opositor.

Private Military Contractor (PMC) dispara uma caçadeira de combate Fabarm, na sequência de um treino de contra-embuscada. A caçadeira de Combate é uma arma muito usada em situações de curta distância devido ao seu elevado poder de fogo. Em 2 a 3 segundos consegue colocar cerca de 45 bagos de 9mm num alvo, poucas armas conseguem bater isto.

Nº4 – Maio de 2014

Instrutores de Tiro “You to be 

Revista Warrior(s) – nº4 – Instrutores de Tiro You To be…

Nesta 4ª edição falamos dos desafios por que passam os atuais instrutores de tiro e acima de tudo os seus instruendos, falamos, especialmente, da têndencia atual que se está a verificar, em que infelizmente muitos dos já atuais instrutores de tiro se baseiam apenas em videos do YouTube para tirarem ideias para as suas formações , não recorrendo, como seria adequado e expectável, a novos cursos, de forma a adquirirem conhecimentos modernos e realistas.

Damos também alguns conselhos de como escolher um instrutor de tiro privado, e alertamos para os perigos da auto-instrução através da internet.

CQB window insertion

Nº 3 – Dezembro 2013

Treino com alvos metálicos

Revista Warrior(s) – nº3 – Treino com Alvos Metálicos

Nos últimos 10 anos temos assistido no mundo inteiro, por parte das unidades militares, forças especiais e unidades policiais mais operacionais, ao aumento substancial do uso de alvos metálicos nos seus treinos de tiro. Estes são usados, em alguns casos como complemento dos alvos de papel, em exercícios específicos, enquanto, que em outros casos, como alvos preferenciais. Atualmente, também as mais diversas empresas que ministram formação de tiro, adotam alvos metálicos em larga escala, para uso nos mais diversos exercícios de tiro de combate.

Nesta 3ª edição, damos-lhe a conhecer tudo o que precisa saber sobre Combat Steel Targets e a melhor forma de os empregar no seu treino de combate. Desde o uso de armas de assalto em .223Rem (5,56x45mm), passando pelo .308Win (7,62x51mm) ou 7,62x39mm (7,62 Soviet), até ao full power do 7,62x54mm (7,62 Russian), tudo pode ser treinado neste alvos modernos.

AKM 47

Nº2 – Junho 2013

Uma espingarda de assalto para Portugal

Revista Warrior(s) – Nº 2 – Uma espingarda de assalto para Portugal

Na segunda Edição da nossa revista, iremos abordar a busca da espingarda de assalto perfeita e adequada para as Forças Armadas Portuguesas.

Embora pela lei Portuguesa o termo espingarda seja atribuído às armas de cano liso, e o de carabina às armas de cano estriado, para o efeito deste artigo, e uma vez que estamos a falar de armas militares, onde o termo usado por todos nós, e também usado no estrangeiro é espingarda de assalto (assault rifle), vamos assim usa-lo para nomear a arma de assalto que um soldado usa nas suas funções comuns.

Em Portugal o conceito de arma de assalto/espingarda de assalto, nas forças armadas não está ainda bem definido, sobretudo porque a maior parte da Infantaria Portuguesa continua ainda a usar a espingarda automática G3 nessas funções, o que não é claramente adequado.

Nesta revista falamos do que é, e deve ser uma verdadeira espingarda de assalto, falamos das armas de assalto usadas em Portugal pelos Paraquedistas, Comandos, Destacamento de Ações Especiais-DAE e Forças de Operações Especiais-FOE/Rangers (Galil, Sig 543, Colt M16 e H&K G36),  falamos mais detalhadamente do modelo mais badalado para substituição da G3, a HK G36, apontando assim as suas vantagens e expondo os seus defeitos, e por fim damos alguns conselhos e sugestões quanto a futuras aquisições de espingardas de assalto.

AR15

Nº1 – Maio 2013

Silenciadores e o campo de batalha moderno

Revista Warrior(s) – Nº1 – Silenciadores e o campo de batalha moderno

Em Portugal, o conceito de Silenciador, atualmente e internacionalmente mais conhecido como supressor de som (sound supressor), surge na presente lei das armas, definido como o acessório que se aplica sobre a boca do cano de uma arma, destinado a eliminar ou reduzir o ruído resultante do disparo. E embora tecnicamente só reduza o som, para os efeitos práticos deste artigo, designamo-lo por silenciador.

Este equipamento é algo que em Portugal ainda tem uma escassa divulgação, porém, no estrangeiro já provou ser indispensável para qualquer Força de Operações Especiais e até para alguns elementos de unidade convencionais (como equipas de sniper).

Na primeira edição da nossa revista iremos abordar toda a informação relacionada com Silenciadores, nomeadamente, o seu funcionamento, os benefícios que as Forças Especiais Portuguesas ( Destacamento de Ações Especiais-DAE, Forças de Operações Especiais-FOE/Rangers, etc. ) teriam com o seu uso mais generalizado, bem como, a sua história e a incorporação no campo de batalha moderno.