NRP D Francisco de Almeida

NRP D. Francisco de Almeida

A 20 de Dezembro de 2015, a Fragata Portuguesa, D. Francisco de Almeida, chegou à Base Naval de Lisboa após cerca de seis meses de missão no Standing NATO Maritime Group One (SNMG1), comandado durante esse período, pelo Contra-almirante Alberto Manuel Silvestre Correia. A Força Naval de Reacção da NATO, SNMG1, é uma das quatro Forças que garantem à NATO, a manutenção de uma capacidade marítima permanente, para ser empregue em operações e outras actividades, quer em tempo de paz quer em períodos de crise ou conflitos. O navio Português percorreu mais de 28 000 milhas marítimas, estando presente no Atlântico Norte, Mar Mediterrâneo, Mar Negro, entre outros. Sobre o seu comando estiveram  13 navios e um submarino, que em conjunto participaram em missões de contra-terrorismo assim como em diversos exercícios.

A nossa revista esteve presente a quando da chegada da Fragata Portuguesa, foi com grande orgulho que captámos algumas imagens do final desta tão importante missão, para assim as podermos compartilhar com os nossos leitores.

Recon monta segurança

Trident Juncture 2015 – Operações Anfíbias

Na fase final do maior exercício da NATO na ultima década,  Fuzileiros Portugueses,  Infantaria da Marinha Espanhola e U.S. Marines executaram diversas Operações Anfíbias de modo a testar a interoperabilidade entre as suas forças. Foram projectados, por diversas vezes, do Navio Espanhol  Juan Carlos I (um LHD – Landing Helicopter Dock), através de Aeronaves MV-22 Osprey Norte Americanas, e contaram com o apoio de AV-8B Harriers II da Marinha Espanhola, também estes lançados do mesmo navio, e de um FAC/JTAC da Força Aérea Portuguesa. Foram executas missões conjuntas que foram desde a comum Ação Direta, até TRAP (Tactical Recovery of Aircraft and Personnel), onde as Forças de Oposição eram desempenhadas por Fuzileiros Portugueses.

O Trident Juncture foi concebido para permitir às nações empenhadas a oportunidade de operar num ambiente multinacional, e permitiu também demonstrar a prontidão, agilidade e comprometimento da NATO a situações de crise que envolvam os seus membros. A nossa revista teve o prazer e a honra de acompanhar o trabalho efectuado no terreno, e compartilhamos aqui consigo algumas das fotografias que obtivemos.

Duas PANDUR 8x8 atravessam o Rio Tejo usando pontes flutoantes Portuguesas.

Trident Juncture 2015 – Ponte militar Portuguesa

Incluído na fase LIVEX do Trident Juncture 2015, decorreu, na zona do Castelo Almourol, um exercício de treino operacional, que consistiu na montagem e desmontagem de pontes militares sobre o Rio Tejo. Este exercício Operacional teve como principal objetivo o treino e aferição de procedimentos, técnicas e táticas dos militares de Engenharia do Exército Português e Alemão que constituem a Companhia de Engenharia da Brigada Multinacional.

Este exercício permite também demonstrar a prontidão, agilidade e comprometimento da NATO a situações de crise que envolvam os seus membros. A nossa revista acompanhou o trabalho dos Portugueses e compartilhamos aqui consigo algumas das fotografias que obtivemos.

Blindado anfíbio AAV7 do Reggimento Lagunari Serenissima dá cobertura aos seus soldados depois de desembarcados

Trident Juncture 2015 – Exérc. Italiano e Português

No passado dia 25 de Outubro de 2015,  o Regimento Lagunari do Exército Italiano e unidades da Brigada Mecanizada ( Grupo de Carros de Combate e Grupo de Artilharia de Campanha) do Exército Português executaram manobras conjuntas de fogos reais no Campo Militar de Santa Margarida.

Reggimento Lagunari Serenissima é uma unidade anfíbia do Exército Italiano com um longo historial, está sediada na zona de Veneza, e uma das suas missões, entre outras, é a defesa da Lagoa Veneziana.  Devido ao seu panorama Geográfico (desde zonas ribeirinhas, praias, até a complexas zonas pantanosas), são uma unidade muito habituada a operações anfíbias. No Trident Juncture estão a operar como um ativo anfíbio em Território Português, no seio da Brigada Multinacional, sob o Comando Canadiano. Além dessa missão, entre as várias tarefas atribuídas, estão a garantir uma passagem segura da Brigada Multinacional através do rio Tejo.

O Trident Juncture foi concebido para permitir às nações empenhadas a oportunidade de operar num ambiente multinacional, e permite também demonstrar a prontidão, agilidade e comprometimento da NATO a situações de crise que envolvam os seus membros.

F16 Fighting Falcon Português

Trident Juncture 2015 – Operações Aéreas em Beja

Em Portugal, a componente aérea do Trident Juncture está sediada na Base Aéra nº11 em Beja, com mais de 40 aeronaves de diversos Países. Para além dos F-16 Portugueses, Noruegueses e Norte Americanos, são também de relevância destacamentos da Suécia, com alguns Saab JAS39 Gripen, e da Finlândia, com diversos F/A-18C Hornet. Estes dois últimos Países participam como parceiros da NATO. Dentro da componente de Operações Especiais, é de destacar a presença de um HC-130P Combat Shadow  e dois HH60 Pave Hawk do Air Force Special Operations Command dos Estados Unidos da América.

Nas palavras do Coronel da Força Aérea Helénica George Giapitzis, Comandante de operações local, este exercício demonstra as capacidades da NATO de interoperabilidade e resposta, além da determinação em manter a segurança da Aliança Atlântica.

2 LCAC da US Navy voam até à praia de modo a desembarcar HMMWV e LAV25 dos US MArines

Trident Juncture 2015 – Assalto Anfíbio

A 20 de Outubro de 2015,  Fuzileiros Portugueses e US Marines executaram um Assalto Anfíbio Combinado de modo a testar a interoperabilidade entre estas duas forças.  A força anfíbia foi projectada do Navio USS Arlington através de Helicopteros (CH53 Super Stallion) e Hovercrafts (LCAC). Já em terra foram usados veículos blindados Norte Americanos, LAV25 e HMMWV. Este exercício comandado pela STRIKFORNATO permite também demonstrar a prontidão, agilidade e comprometimento da NATO a situações de crise que envolvam os seus membros.

2º Batalhão Paraquedistas Portugueses

Exercício ARES – 2º Batalhão Paraquedistas

Desta feita, a nossa revista teve a distinta honra de estar presente no exercício ARES. Este foi um exercício do 2º Batalhão de Páraquedistas, reforçados pela Companhia de Precursores e a Secção de Cães de Guerra, e em coordenação com a Força Aérea se realizou no campo de tiro de Alcochete. Este exercício serviu para treinar complexas manobras aerotransportadas, em que se usa a infiltração nocturna por páraquedas com o objectivo de, de seguida tomar uma pista de aterragem para projeção de forças de seguimento. Foi ainda executada uma ação ofensiva de destruição de um objectivo com integração de fogos terrestres directos e indirectos com apoio aéreo de CAS efectuado por caças F16.

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Comandos Portugueses

A nossa revista teve a oportunidade e o orgulho de acompanhar um exercício onde o Batalhão de Comandos esteve presente. Recolhemos algumas fotografias que temos o prazer de aqui compartilhar com os nossos leitores.

Paraquedista Francês toma uma posição elevada com a sua FN Minimi

Paraquedistas Franceses

A nossa revista teve o distinto prazer de acompanhar Paraquedistas Franceses que estiveram em exercício no nosso País. Recolhemos algumas fotografias que temos o prazer de aqui compartilhar com os nossos leitores.

Elementos do pelotão reconhecimento fazem fogo nocturno. Estão equipados com visores nocturnos (NVG) no capacete e apontadores laser (AN/PEQ) nas armas

Companhia de Apoio de Fogos – Fuzileiros

Tivemos o prazer e a honra de fotografar a Companhia de Apoio de Fogos (CAF) dos Fuzileiros Portugueses. Esta é uma unidade a que compete a missão de assegurar o apoio de combate do Batalhão Ligeiro de Desembarque (BLD) executando acções de: reconhecimento, sapadores, vigilância do campo de batalha e de apoio de fogos. A CAF é constituída por: Pelotão de Reconhecimento, Pelotão Anti-carro, Pelotão de Morteiros e Pelotão Anti-aéreo. Aqui fica um pequeno apontamento fotográfico sobre algumas das suas capacidades tão especiais.